<br><b>O aguardado lançamento de Adrian Tomine, com encadernação e acabamento que simulam um sketchbook.</b><br><br>O que acontece quando um <i>hobby</i> de infância se transforma em uma carreira para toda a vida? <i>A solidão de um quadrinho sem fim</i>, a mais divertida e reveladora incursão de Adrian Tomine na autobiografia, oferece uma série de respostas inesperadas. Quando um súbito incidente médico o leva ao pronto-socorro, ele começa a questionar se tudo realmente valeu a pena: apesar dos elogios e das oportunidades de uma carreira aparentemente encantadora, são as gafes, humilhações, menosprezos e insultos que ele experimentou (ou causou) dentro da indústria que mais pesam em sua memória.<br><br>Mas, conforme essas memórias vão sendo delineadas com detalhes terrivelmente divertidos, uma narrativa paralela se desenrola em segundo plano. Entre turnês de lançamento caóticas, entrevistas desastrosas e interações conturbadas com outros artistas, a vida acontece: Tomine abre caminho para o casamento, a paternidade e uma existência indiscutivelmente gratificante. Enquanto explora sua relação conflituosa com as HQs e a cultura dos quadrinhos, Tomine ilustra os divertidos absurdos da vida e o modo como escolhemos dispor do nosso tempo. Através desses momentos de vergonha alheia , uma história mais profunda e emocionante emerge, e vemos a vida de Tomine se transformar em algo muito mais robusto do que seus erros.<br><br>Em uma ousada mudança de estilo desde seu premiado <i>Intrusos</i>, Tomine despe sua arte aos elementos essenciais e soltos do cartum. Suas linhas despojadas se comunicam sem esforço, com cada toque de caneta economicamente imbuído da profundidade humana. Projetado como um caderno de rascunhos, com fitilho e elástico, <i>A solidão de um quadrinho sem fim</i> apresenta um artista aclamado no auge de sua carreira.<br><br>__________________________________<br><br> Neste belo e sincero trabalho, Adrian Tomine apresenta o retrato mais honesto e revelador possível de uma indústria à qual não posso mais suportar me associar. <br><b>ALAN MOORE, <i>V de Vingança, Watchmen, Do Inferno</i> </b><br><br> Um olhar dolorosamente honesto, e muitas vezes hilário, por detrás da cortina da vida glamourosa de um quadrinista. Tomine relembra os estresses, as gafes e as realizações da sua vida, enquanto empreende um exercício de autoconsciência. Uma leitura obrigatória para os fãs de Tomine e para todos os aspirantes a quadrinistas. <br><b> RICHARD McGUIRE, <i>Aqui</i> </b><br><br> Eu não consegui largar este livro. A vulnerabilidade de Tomine e sua disposição em compartilhar os momentos mais constrangedores de sua vida (variando entre deliciosos, absurdamente engraçados e profundamente revigorantes) são um lembrete para sermos mais corajosos, porque, afinal, o que temos a perder? <br><b>LISA HANAWALT, produtora e desenhista da animação da Netflix <i>BoJack Horseman</i> </b><br><br> Um livro maravilhoso sobre sentir-se morbidamente complexado e, ao mesmo tempo, desejar se conectar com outras pessoas, mesmo que isso nem sempre - ou melhor, quase sempre transcorra da maneira desejada. Captura perfeitamente o que é ser um quadrinista, mas também o que é ser uma pessoa. <br><b>ROZ CHAST, <i>Can t We Talk About Something More Pleasant?</i> </b><br><br> Em uma série de histórias autobiográficas que vão desde sua infância até os dias atuais, Tomine lança um olhar irônico e implacável sobre seu ego frágil, as recompensas duvidosas de sua bem-sucedida carreira e o absurdo da indústria dos quadrinhos. <br><b>The Guardian</b><br><br> Adrian Tomine passou de garoto prodígio dos zines (segundo Daniel Clowes) para um mestre da forma [...] As vinte e seis histórias aqui reunidas traçam uma vida inteira de neuroses e humilhações, borrando os limites entre os traços de personalidade e os ossos do ofício . <br><b>The New York Times</b>