<b>'<i>Pontos fracos</i> é a melhor representação já feita da angústia do homem asiático-americano. Tomine é o Tchékhov dos quadrinhos.'<br>Viet Thanh Nguyen</b><br><br>Ben Tanaka é um verdadeiro especialista em complicar a própria vida. Crítico e irônico, ele é obcecado por suas frustrações e tem uma queda pronunciada por mulheres brancas. Sua namorada, Miko Hayashi, cria suspeita dessa preferência, o que desencadeia debates acalorados e uma crise na relação. Quando Miko decide dar um tempo e se muda de cidade, Ben embarca em uma jornada tragicômica e autodestrutiva, revelando mais sobre suas falhas do que ele gostaria de admitir.<br><br>Ambientada entre a Califórnia e Nova York, a narrativa de Tomine desafia as noções simplistas de identidade e raça, explorando com profundidade as complexidades e contradições do autoentendimento e das expectativas culturais. Com críticas sociais afiadas, um realismo incisivo e um toque de humor ácido, Tomine nos desafia a olhar para as falhas e os preconceitos que todos preferimos esconder. <br><br>__________________________________ <br><br>'Observações meticulosas... O diálogo é afiado e direto. [Tomine é] ousado em sua contenção.'<br><b><i>The New York Times Review</i></b><br><br>'Um dos quadrinistas mais talentosos de sua geração. [<b><i>Pontos fracos</i></b>] é igualmente comovente, hilário e triste.' <br><b><i>The Village Voice</i></b><br><br>'Explorando raça, vida adulta e ambição com um humor e uma sensibilidade perfeitamente equilibrados, <b><i>Pontos fracos</i></b> é uma narrativa gráfica tão realisticamente penetrante quanto qualquer ficção em prosa. Nota: 10' <br><b><i>Entertainment Weekly</i></b><br><br>'<b><i>Pontos fracos</i></b> é a melhor representação já feita da angústia do homem asiático-americano. Tomine é o Tchékhov dos quadrinhos, um mestre na arte de contar histórias através de imagens.' <br><b>Viet Thanh Nguyen</b>, vencedor dos prêmios Pulitzer e Edgar, autor de <i>O simpatizante</i><br><br>'Um dos mais talentosos novelistas gráficos de nosso tempo.' <br><b><i>Wired</i></b><br><br>'Graphic novels raramente são tão inquietantes e sutis.' <br><b><i>The Boston Globe</i></b>