Plano Nacional de Leitura Literatura – Maiores de 18 anos Bukowski nunca teve grande consideração pela indústria do cinema, mas quando foi convidado a escrever um guião para um filme sobre si próprio percebeu que a realidade era muito mais terrível do que alguma vez poderia ter imaginado. O guião foi escrito e o filme – Barfly – estreou em 1987, com Mickey Rourke e Faye Dunaway nos papéis principais. Hollywood ficciona as experiências de Bukowski durante a escrita do guião, entremeando a sua perspectiva sardónica da louca indústria de Hollywood com as suas romarias a bares e clubes nocturnos de Los Angeles. O alter ego de Bukowski é Henry Chinaski, poeta e romancista de relativo sucesso com forte queda para as mulheres e para a bebida. À medida que Chinaski e a sua companheira se vêem cada vez mais enredados no remoinho da indústria do cinema, o autor aproveita para satirizar sobre uma série de figuras bem conhecidas do meio, compondo um retrato irresistivelmente irreverente de Hollywood ao mesmo tempo que dá continuidade à sua autobiografia ficcionada em vários volumes. Sobre a obra de Charles Bukowski: « Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.» The New York Times « Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.» Leonard Cohen « Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.» The New Yorker « Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.» Publishers Weekly « Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.» The Observer « Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.» The New York Times Review of Books « Um laureado da vida marginal americana.» Time « Um agitador profissional… representante da marginalidade de Los Angeles… Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.» Newsweek « O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.» Sean Penn « Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.» Los Angeles Times Book Review « Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.» Times Literary Supplement Ler mais Ler menos