relogio_dagua978-98-9783-646-697898978364662025-11-14portugalski (Portugalia)912Softcover
O FIM DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
GMGonçalo M. Tavares- 2025
- pierwsze wydanie
- 912
- stron
- portugalski
- język
- 1
- wydanie
Depois de “Uma Viagem à Índia”, “O Fim dos Estados Unidos da América” é a nova EPOPEIA de Gonçalo M. Tavares. O Fim dos Estados Unidos da América é uma epopeia, satírica e distópica, que começa com a enigmática entrada da peste nos Estados Unidos da América. Ted Trash, fascista, extremista de direita, e Left Wing, extremista de esquerda, serão os responsáveis por uma segunda guerra civil no país. Pobres e ricos terão problemas entre si, e não serão poucos. No meio disto está Bloom, o herói da epopeia, que terá um destino terrível, mas tentará, até ao m, salvar a América, tendo sempre na cabeça a imagem de uma bela mulher, a mexicana La Rosa, que um dia conheceu num estádio. São várias as personagens desta epopeia. Johnston Bonne, engenheiro informático, maluco em absoluto, anarquista, tentará com processos alquímicos, e alguns fumos e festas exuberantes, ajudar o país. Jonathan & Mary, ativistas, no meio de tendas e algum nudismo, tentarão até à última lutar pelas suas utopias. Tirésias, profeta cego, fará oráculos decisivos. O Dr. Robert, cientista, amigo de Bloom, tentará, com o seu racionalismo, e por vezes com Deus a ser chamado, uma solução. James, o coveiro, exercerá a sua função de forma exemplar, e Mack Morris, um adorador de nuvens, andará por lá, nem sempre a olhar para cima. Moscas tsé-tsé, borboletas e búfalos entrarão também, com diferentes papéis, nesta epopeia. Esta é uma tragédia greco-americana. Pensamentos e ações, se os Deuses quiserem, estarão, portanto, presentes. SOBRE O AUTOR: Gonçalo M. Tavares está publicado um pouco por todo o mundo, em mais de 70 países, com livros de diferentes géneros. Recebeu vários prémios em Portugal e no estrangeiro. O Fim dos Estados Unidos da América é um novo centro no percurso de Gonçalo M. Tavares. “Tavares ganhará o Prémio Nobel… Há, muito claramente, um antes de Gonçalo M. Tavares e um depois.” [José Saramago, Prémio Nobel da Literatura] “Admiro imenso o livro de Gonçalo M. Tavares Aprender a Rezar na Era da Técnica.” [J. M. Coetzee, Prémio Nobel da Literatura] “Gonçalo M. Tavares é um grande escritor que continua os melhores modelos da tradição literária europeia. É simultaneamente magistral e original. Reconhece-se a sua perspetiva e o seu estilo únicos desde a primeira página de cada romance. É um dos raríssimos escritores do mundo capazes de construir uma história parabólica.” [Olga Tokarczuk, Prémio Nobel da Literatura] “A Máquina de Joseph Walser, de Gonçalo M. Tavares, é um livro muito forte.” [Don DeLillo] “Acabo de terminar a leitura de Jerusalém — cheio de admiração e profundamente impressionado com o talento literário de Gonçalo M. Tavares e com a sua compreensão da existência humana como uma espécie de exílio entre duas dores obscuras. Li também O Bairro! Que riqueza, que liberdade — um verdadeiro festival de surpresas. Ao ler este livro, vivem-se momentos de felicidade intelectual incomparáveis. Queria expressar a minha admiração por Gonçalo M. Tavares, pela profundidade das suas visões e pela mestria magistral que demonstra em cada página.” [Peter Sloterdijk] “Gonçalo M. Tavares é um génio.” [Enrique Vila-Matas] “A literatura de Gonçalo M. Tavares fascina-me pelos seus paradoxos brilhantes: ele é um autor indomável e racional, irónico e profundo, singular e próximo, exigente consigo próprio e, por vezes, irresistivelmente divertido. A sua escrita é um detonador feliz para a inteligência dos leitores.” [Irene Vallejo] “Tal como Saramago, também eu tenho vontade de lhe dar uma palmada amiga na cabeça.” [Mathias Énard] “Gonçalo M. Tavares: um escritor magnífico.” [Jeanne Moreau] “Porque haveríamos de colocar as coisas em termos de Prémios Nobel?! Talvez fosse melhor pensar: ‘Podem ser grandes escritores ou não?’ […] O mais cotado parece-me ser, sem dúvida, Gonçalo M. Tavares. Sem dúvida.” [António Lobo Antunes] “Escrita múltipla, transparente, incisiva e original, e reflexão sobre o sofrimento humano.” [Javier Cercas]
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