Plano Nacional de Leitura Literatura – 15-18 anos – maiores de 18 anos O seminal Pedro Páramo , de Juan Rulfo, é considerado um dos livros mais influentes, enigmáticos e sublimes da Literatura universal. Hoje considerada uma Obra Representativa da Unesco e « um dos livros mais influentes do século», a publicação de Pedro Páramo, em 1955, representou um ponto de viragem na literatura hispano-americana e mundial, que ajudou a renovar. « Álvaro Mutis subiu, a passos largos, os sete pisos da minha casa comum pacote de livros, separou do monte o mais pequeno e curto e disse-me, morto de riso: – Leia isto, carago, para que aprenda! Era Pedro Páramo. Nessa noite não consegui adormecer enquanto não terminei a segunda leitura. Nunca, desde a noite tremenda em que li A Metamorfose , de Kafka, numa lúgubre pensão para estudantes em Bogotá – quase dez anos antes -, eu sofrera semelhante comoção (…). A obra de Juan Rulfo influenciou de forma decisiva autores distinguidos com o Prémio Nobel de Literatura, como Gabriel García Márquez e Octávio Paz. Os elogios da crítica: « A descoberta de Juan Rulfo — tal como a de Franz Kafka — será, sem dúvida, um capítulo essencial das minhas memórias (…) Não são muito mais de trezentas páginas, mas são quase tantas, e creio que tão perduráveis, como aquelas que conhecemos de Sófocles.» — Gabriel García Márquez, Prémio Nobel de Literatura «[Juan Rulfo] deu-nos uma imagem — não uma descrição — da nossa paisagem. As suas intuições e obsessões pessoais incarnaram-se na pedra e na#poeira. A sua visão deste mundo é, na realidade, a visão de outro mundo.» — Octavio Paz, Prémio Nobel de Literatura « Um monumento da história da literatura.» — António Manuel Venda, Magazine Artes «[ Pedro Páramo ] é uma das melhores novelas das literaturas de língua hispânica e provavelmente da Literatura Universal.» — Jorge Luis Borges « Um dos livros mais influentes do século.» — Susan Sontag « Pura criação, dessas que fazem perder o fôlego como se o ar ficasse envenenado.» — Hélia Correia « Uma obra fundamental do século xx. Há qualquer coisa de sublime em Pedro Páramo .» — Público Ler mais Ler menos