Plano Nacional de Leitura Literatura – Maiores de 18 anos Magda, jovem escritora na Hungria comunista, até então impedida de publicar, é politicamente reabilitada pelo regime, alcançando, aos poucos, o merecido sucesso e reconhecimento social. Ao mudar-se para um apartamento maior, emprega Emerence, uma camponesa analfabeta, para a ajudar com as lides domésticas. Esta é uma figura enigmática, respeitada e quase temida pela vizinhança, sobre a qual exerce uma autoridade natural, embora ninguém conheça verdadeiramente o seu passado ou vida privada. A inesperada doença do marido de Magda reforçará a ligação entre as duas mulheres, a ponto de Emerence abrir a porta de sua casa a Magda, revelando-lhe os segredos de um passado traumático, ao mesmo tempo que precipitará um final trágico na sua relação. Elogiada pela crítica como « uma obra de arte profundamente política, enraizada na vida doméstica», escrita em tom confessional e vagamente autobiográfico, A Porta é uma das obras de maior sucesso internacional da literatura húngara contemporânea. Tradução do húngaro de Ernesto Rodrigues. Os elogios da crítica: « Um dos mais belos romances europeus do século xx.» Ípsilon « Um romance que altera o modo como entendemos a nossa própria vida. Uma obra de grande honestidade e delicadeza que expõe a complexa inadequação da comunicação humana, ao mesmo tempo que evoca a agonia da história recente da Hungria.» The New York Times « Uma obra de arte. Um dos triunfos alcançados por Szabó foi ter escrito uma obra profundamente política, enraizada na vida doméstica.» London Review of Books « Um texto brilhante, soberbo e desconcertante.» Le Figaro « Uma confissão inesquecível.» Lire Ler mais Ler menos