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O conto da aia - WYDANIA

3 wydania

O conto da aia

O conto da aia

Wydawnictwo: Rocco

ISBN: 978-85-3252-066-1

ISBN bez myślników: 9788532520661

Typ okładki: Softcover

Liczba stron: 366

Data wydania: 2017

Język: europejski portugalski

O conto da aia

O conto da aia

Wydawnictwo: editora_rocco

ISBN: 978-65-5532-094-7

ISBN bez myślników: 9786555320947

Typ okładki: Softcover

Liczba stron: 384

Język: brazylijski portugalski

O conto da Aia

O conto da Aia

Wydawnictwo: editora_rocco

ISBN: 978-65-5532-602-4

ISBN bez myślników: 9786555326024

Typ okładki: Softcover

Liczba stron: 368

Język: brazylijski portugalski

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O conto da aia
Profil książki
🌐 portugalski

O conto da aia

Pierwsze wydanie: 2017

O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero. Com esta história assustadora, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente. Vencedor do Arthur C. Clarke Award.