Plano Nacional de Leitura Literatura – Maiores de 18 anos A humanidade desapareceu. E com ela o amor, as emoções e o culto da eterna juventude. Num futuro inquietante, o mundo é habitado por clones de seres humanos extintos. Estes clones parecem ter pago a imortalidade com a perda da capacidade de sentir emoções autênticas. Neste mundo, Daniel24 e Daniel25, duas misteriosas personagens, encontram o diário do seu antecessor, Daniel1, famoso pelos pensamentos cáusticos e provocadores, imbuídos de uma visão fria e cruel da existência. A leitura destes diários levará Daniel25 a partir em procura de uma possível ilha utópica, pondo em risco a sua imortalidade. Com A possibilidade de uma ilha , a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso. Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. Os elogios da crítica: « Uma reflexão sobre o poder do amor.» Le Monde « Um romance que abala profundamente. Tem a força visionária de Aldous Huxley e a crueldade de Evelyn Waugh.» David Coward, The Times Literary Supplement « O melhor romance do milénio.» Fernando Arrabal « Houellebecq faz arte com a sua escrita franca, precisa, crua e real. Além das teses sobre o fim das religiões e sobre o “homem novo”, este é sobretudo um livro sobre o medo.» Volker Weidermann, Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung « Divertido, brutal e rebelde.» The Economist « O tema que este romance melhor trata é aquele que nunca menciona: o amor.» Iggy Pop « Houellebecq antecipou a chegada da desumanização. Percebeu que o clima de liberdade em que vivemos não passa de mais uma exortação.» Yasmina Reza « Fascinante, engenhoso, brilhante e mordaz.» The New York Times Book Review « Um romance deslumbrante, hilariante, por vezes repelente e sufocante.» L’Express « Houellebecq conseguiu neste romance, talvez melhor que nunca, pôr um dedo na ferida humana e esfregá-la para fazer doer.» Germán Gullón, El Cultural Ler mais Ler menos