<b>Grande Prêmio RTL de história em quadrinhos 2019<br>Prêmio Première de romance gráfico 2019</b><br><br><b>Do mesmo autor da adaptação para os quadrinhos de <i>Afirma Pereira</i></b><br><br>Gabriel quer comprar de volta a fazenda Malaterre, a propriedade que seus ancestrais construíram no coração da floresta equatorial africana há mais de um século. O objetivo é partir, assentar e reconstruir o que tornou a família Lesaffre tão prestigiosa. Em seguida, pretende entregar a terra a seus filhos.<br><br>Desde criança, Gabriel apresenta muitas 'qualidades': é fugidio, mentiroso, beberrão. Nunca demonstrou, no entanto, capacidade para administrar uma propriedade rural. Mesmo assim, Gabriel partiu para o tudo ou nada: tirou os dois filhos mais velhos da mãe e os levou para a África equatorial.<br><br>Para os dois jovens adolescentes, tudo foi uma grande novidade. Descobriram a África e uma vida festiva e frívola. Eles também precisaram conviver com os problemas do pai, como a incessante falta de dinheiro, a má administração da fazenda e a insuperável propensão para a bebida.<br><br>Pode o sonho africano se dissipar nos vapores do álcool?<br><br>__________________________________<br><br>'Com certo rigor literário, <b><i>Pierre-Henry Gomont</i></b> conta um verdadeiro épico. O destino de um detestável garoto festeiro e egocêntrico que se torna um homem, cheio de falhas, mas cativante e marcante. <b><i>Malaterre</i></b> confirma seu verdadeiro talento como contador de histórias, com um estilo ambicioso e extravagante, em suma, à imagem de seu herói.<br><b>BDGest</b><br><br>'Com <b><i>Malaterre, Pierre-Henry Gomont</i></b> entrega um álbum muito pessoal, que faz uma pergunta central: pode-se admirar e odiar um pai ao mesmo tempo? Rimos e choramos colados neste grande 'filme'.'<br><b>RTL</b><br><br>'<b><i>Malaterre</i></b> é magistralmente desenhado. É intenso e às vezes doloroso. Mas você se sente como se tivesse lido um grande livro. O romance gráfico de uma 'dinastia' desarrazoada, excessiva, com um caminho sinuoso, mas tão furiosamente viva...'<br><b>Le Figaro</b><br><br>'Inspirado na própria vida, <b><i>Pierre-Henry Gomont</i></b> expõe admiravelmente em <b><i>Malaterre</i></b> um período rico e caótico, cujo enredo nos envolve e nos chacoalha.'<br><b>Télérama</b><br><br>'<b><i>Pierre-Henry Gomont</i></b> consegue misturar várias histórias em <b><i>Malaterre</i></b>. Ele nos dá personagens inteiros, com aspectos variados, que passam a existir imediatamente por causa da óbvia verossimilhança com a realidade.'<br><b>RTS</b>